
Nos dias seguintes, Priscila observou Renato de perto, notando a maneira como ele interagia com Lúcia e as mudanças sutis em seu comportamento. Era claro para qualquer um com meio cérebro que algo havia acontecido entre eles, mas ela era a única que sabia dos detalhes explícitos. A ideia deles juntos, transando tão apaixonadamente em um lugar tão público, só alimentava sua obsessão por Renato.
Priscila sempre achou Renato atraente, mas agora seus sentimentos iam além da mera atração. Ela queria ser aquela que ele segurava contra a escada, aquela cujo nome ele sussurrava no auge da paixão. Ela sabia que tinha que ser inteligente, no entanto; ela não podia simplesmente se jogar nele e esperar o mesmo tratamento. Então, ela começou um jogo de gato e rato, dando dicas e tecendo uma teia de flerte que ficava mais provocante a cada dia.
Suas roupas ficaram mais justas e curtas, seus decotes mergulhando mais fundo. Ela se inclinava sobre a mesa dele, dando a ele apenas um vislumbre de seu amplo decote, ou roçava nele no corredor, o tecido de sua saia sussurrando contra sua perna. Ela ficava perto do bebedouro quando sabia que ele passaria, tomando sua água lentamente, seus olhos nunca deixando os dele. Os toques sutis, os olhares demorados — era tudo uma dança de sedução que ela era especialista em liderar.
O plano de Priscila funcionou como um encanto. Renato, um homem com um apetite sexual saudável e agora ciente de que era desejado não por uma, mas por duas de suas colegas, achava difícil resistir aos avanços dela. Ele chamava sua atenção e a segurava por um tempo a mais, ou se pegava procurando por ela quando ela estava fora de sua linha de visão. Ele chegou a imaginar que talvez ela soubesse o que aconteceu entre ele e Lúcia e o pensamento de que Priscila pudesse ter visto os dois plantou uma semente em sua mente, uma que cresceu em uma curiosidade emocionante.
As táticas sedutoras de Priscila começaram a afetar Renato, que achava cada vez mais difícil ignorá-la. Uma noite, quando as últimas luzes do escritório começaram a piscar, Priscila fez sua jogada. Ela estava esperando o momento perfeito e, ao ver Renato parado perto da fotocopiadora, soube que ele havia chegado. Ela se aproximou, seus quadris balançando com uma graça exagerada que era tudo menos acidental. “Precisa de ajuda com isso?”, ela ronronou, sua voz baixa e sedutora.
Renato olhou para cima, seus olhos se arregalando ligeiramente. Ele notou a mudança no comportamento de Priscila, mas estava muito preocupado com Lúcia para apreciar totalmente as implicações. Agora, no entanto, ele não conseguia ignorar o convite flagrante em seu olhar. “Pode deixar”, ele respondeu, sua voz rouca. Mas quando ele se voltou para sua tarefa, ele não pôde deixar de sentir o calor da presença dela atrás dele.
A tensão aumentava a cada dia que passava, até que era palpável no ar sempre que Priscila e Renato estavam na mesma sala. As roupas provocantes e os toques prolongados de Priscila não passaram despercebidos por seus colegas de trabalho, e sussurros começaram a circular sobre seu suposto caso. Os sussurros ficaram mais altos, e os olhares mais aguçados, mas Renato e Priscila permaneceram de boca fechada, alimentando as chamas da especulação com sua dança silenciosa de desejo.
Enquanto isso, Lúcia permanecia alheia à tensão, felizmente feliz em seu romance secreto com Renato. Seus momentos roubados se tornavam mais frequentes, e a intensidade de seus encontros aumentava a cada semana que passava. Renato se viu dividido entre sua lealdade a Lúcia e o fascínio sedutor dos avanços de Priscila. Ele sabia que tinha que agir com cuidado, não querendo machucar Lúcia, mas a emoção da perseguição era inebriante.
Ele tentou ignorar os flertes de Priscila, concentrando-se em seu trabalho e evitando interações desnecessárias com ela. Mas ela era persistente, seus olhos sempre encontrando os dele, seu sorriso nunca desaparecendo. Renato sentiu o peso do olhar dela, e não podia negar as agitações de desejo que isso provocava. Ele era um homem, afinal, e a tentação era forte. Mas ele também sabia que ceder não apenas trairia Lúcia, mas também poderia levar ao desastre na dinâmica do escritório.
Quando a notícia da viagem de negócios de Lúcia para a sede da empresa foi divulgada, Priscila sentiu um arrepio percorrer seu corpo. Trinta dias era tempo mais do que suficiente para agir, para mostrar a Renato que ela era a pessoa que ele realmente queria. Ela sabia que a distância poderia fazer o coração ficar mais afeiçoado ou abri-lo para novas possibilidades. E ela iria garantir que fosse a última opção para ele.
Seu plano era simples: ela se tornaria irresistível. Priscila sempre foi uma mestre da manipulação sutil e do charme sedutor. Agora, ela aumentaria essa habilidade para outro patamar. Ela estudou cada movimento de Renato, seus gostos, seus humores, suas fraquezas. Quanto mais ela soubesse, melhor ela poderia adaptar sua sedução para atender aos seus desejos.
Com Lúcia viajando a trabalho, Priscila viu uma oportunidade de intensificar sua busca por Renato. Ao estudar suas preferências e comportamentos, ela refinou sua abordagem sedutora, usando seu traje e fisicalidade para se tornar irresistível.
Todos os dias, ela se vestia pensando nele. Roupas que se agarravam às suas curvas, deixando pouco para a imaginação. Sua maquiagem era um chamado de sereia — lábios pintados em um tom que gritava “me beije”, olhos que prometiam segredos e pele que brilhava com um toque de suor e luxúria. Ela fazia questão de cruzar seu caminho com frequência, roçando-se nele “acidentalmente”, permitindo que ele vislumbrasse sua lingerie rendada, seu cheiro persistindo como um feromônio.
No dia de sua jogada final, Priscila escolheu uma blusa de botões que mal continha seus seios fartos, deixando-os tensos contra o tecido a cada movimento. O tecido da blusa era tão fino que era quase transparente, revelando os bicos dos seus seios a cada respiração. Seus mamilos endureciam contra a barreira fina, implorando para serem vistos, para serem tocados. Ela não usava sutiã, o risco aumentando a emoção de seu jogo.
Sua metade inferior era uma visão de tentação em um par de leggings justas que a abraçavam como uma segunda pele. Elas eram tão justas que não deixavam nada para a imaginação, o contorno de sua vulva claramente visível e provocador. O tecido traçava as curvas de seus quadris e coxas com uma precisão quase obscena. Priscila sabia que cada passo que ela dava mostraria sua bunda perfeita, cada mudança de posição acentuaria a curva de sua cintura.
Seus sapatos eram de salto alto, escolhidos pela maneira como faziam suas pernas parecerem infinitas, e a maneira como as pontas do stiletto a faziam se sentir poderosa. Cada clique-claque no piso de linóleo era uma promessa do que estava por vir. Ela havia pintado as unhas dos pés de um tom de vermelho que era ousado e convidativo, uma declaração silenciosa de suas intenções.
As mesas vazias e os corredores silenciosos eram um cenário para sua sedução. Ela sabia que Renato tinha uma tendência a chegar cedo nesses dias, esperando se adiantar ao trabalho antes que o escritório voltasse a ganhar vida. Ela esperou, seu coração disparado de antecipação.
Ao ouvir os passos dele se aproximando, ela se encostou na fotocopiadora, as pernas cruzadas, a posição empurrando seus seios juntos em uma exibição impossível de ignorar. O primeiro botão de sua blusa estava desabotoado, revelando um pedaço tentador de pele. Ela sentiu seus mamilos endurecerem de excitação e mordeu o lábio inferior, os olhos fixos no chão, fingindo inocência.
Renato entrou na sala, seus olhos imediatamente atraídos para ela. Priscila fingiu não notar, seu coração disparado ao sentir o olhar dele sobre ela. Ela se endireitou e se virou para encará-lo, sua blusa ligeiramente aberta, dando a ele uma visão clara dos bicos de seus seios. Ele engoliu em seco, e ela sabia que o tinha conquistado.
“Bom dia, Priscila”, ele disse, sua voz um pouco tensa.
Ela olhou para cima, seus olhos encontrando os dele, e deu a ele um sorriso que era todo inocente. “Bom dia, Renato”, ela respondeu, sua voz um ronronar suave que lhe causou um arrepio na espinha. “Estou apenas começando as coisas antes que todo mundo chegue.”
A fotocopiadora zumbiu e Priscila se abaixou para pegar seus documentos, sua blusa subindo ainda mais, revelando a borda rendada de sua calcinha. O olhar de Renato caiu, seus olhos demorando-se na carne exposta. Ele sentiu um choque de excitação e sua determinação começou a vacilar. Priscila notou a mudança em seu comportamento, seu sorriso ficando mais largo.
Ao se levantar, ela fez questão de roçar nele, seus seios roçando seu peito. “Oh, me desculpe”, ela riu, seus olhos brilhando com travessura. “Eu não vi você aí.”
Os olhos de Renato viajaram por todo o comprimento dela, e ele sentiu seu pau se mexer em suas calças. Priscila notou sua reação e deu um passo mais perto, seu peito roçando em seu braço. “Tem alguma coisa na minha blusa?” ela perguntou, sua voz um sussurro sensual.
Ele não conseguiu evitar olhar para o jeito como a blusa dela grudava nos seios, o tecido esticando para cobrir os mamilos eretos. “Não”, ele conseguiu resmungar, sua garganta subitamente seca. “Você só… você está bonita hoje.”
Os olhos de Priscila brilharam de satisfação com a reação dele. Ela se inclinou para mais perto, sua respiração quente em seu pescoço enquanto pegava uma caneta em sua mesa. “Obrigada”, ela murmurou, sua mão permanecendo perigosamente perto da dele. “Achei que era importante causar uma impressão.”
Com isso, ela se virou e se afastou, o som de seus saltos ecoando pelo escritório vazio. Ao chegar à mesa, ela fingiu desajeitada, deixando cair uma folha de papel no chão. O olhar de Renato a seguiu, seus olhos devorando avidamente cada centímetro dela enquanto ela se abaixava para pegá-la. Suas leggings esticaram-se, tornando-se quase transparentes, dando a ele uma visão clara da pequena mancha úmida que se formou entre suas coxas. A visão de sua calcinha quase imperceptível fez seu pau estremecer, e ele teve que lutar contra a vontade de estender a mão e tocá-la.
Priscila olhou para ele, seus olhos brilhando de satisfação ao ver o efeito que estava causando. Ela levou seu tempo, permitindo que o tecido se agarrasse à sua bunda. A tira de renda vermelha aparecia do topo de sua cintura, uma bandeira de garantia de que ela estava pronta e esperando por seu toque. Ela sabia que ele estava observando, e pensar nisso a deixou mais molhada. Priscila sentiu a mudança de poder na dinâmica deles, e ela se deleitou com isso.
Seu coração disparou quando ela se endireitou, seus olhos encontrando os dele. A fome em seu olhar era inconfundível, e ela deu um passo mais perto, seu peito arfando a cada respiração que ela dava. Ela sabia que ele estava lutando contra seus impulsos, tentando permanecer profissional, mas ela estava longe demais para se importar com as consequências. O escritório era o campo de batalha deles, e ela estava jogando para vencer.
Priscila se encostou na mesa, sua camisa se abrindo ainda mais, seus seios se espalhando ligeiramente. “Renato”, ela respirou, sua voz grossa de desejo. “Eu queria isso há tanto tempo.”
Os olhos de Renato se arregalaram, dividido entre sua atração por Priscila e sua lealdade a Lúcia. O escritório parecia mais quente, o ar denso de luxúria e tentação. Ele deu um passo em sua direção, sua mão se estendendo como se por vontade própria. “Priscila, eu…” ele começou, mas ela o silenciou com um único dedo em seus lábios.
“Shh,” ela sussurrou, seus olhos nunca deixando os dele. “Você não precisa dizer nada.” Sua mão deslizou pelo peito dele, e ela pegou a mão dele, guiando-a até a bainha de sua blusa. Ela a levantou lentamente, os músculos do estômago tensos enquanto revelava seu abdômen plano e bronzeado. Os olhos dele seguiram o movimento, e ela sabia que ele estava perdido.
O toque de sua mão em sua pele nua enviou um choque por Priscila, e ela teve que reprimir um gemido. Ela puxou a blusa sobre a cabeça, deixando o cabelo cair em cascata ao redor de seus ombros nus. Seus seios saltaram livres, e ela observou enquanto os olhos dele se fixavam neles, suas pupilas dilatando com luxúria. Os mamilos dela já estavam duros, implorando pela boca dele, e ela sabia que ele não seria capaz de resistir.
“Priscila,” Renato conseguiu dizer, sua voz grossa de luxúria. “O que você está fazendo?”
“O que parece?” Ela se aproximou, pressionando-se contra ele. “Estou lhe dando o que você quer,” ela murmurou, sua respiração quente contra seu ouvido.
A determinação de Renato desmoronou quando ela envolveu os braços em volta do pescoço dele, os seios pressionando contra o peito dele. O cheiro do perfume dela era inebriante, e ele não conseguiu evitar abaixar a cabeça para capturar a boca dela em um beijo. A língua dela dançou com a dele, e ele sentiu o calor do desejo dela. As mãos dele deslizaram pelas costas dela, segurando sua bunda, puxando-a para mais perto.
O som dos beijos deles encheu o escritório vazio, a paixão ecoando nas paredes. Priscila gemeu baixinho, as mãos puxando a camisa dele, desesperada para sentir a pele nua dele contra a dela. A mão de Renato subiu até os seios dela. Ele apertou gentilmente, sentindo os mamilos dela endurecerem sob seu toque.
Eles tropeçaram para trás, batendo em uma cadeira que rangeu no chão. Priscila não se importou com o barulho, ela estava muito perdida no momento. As mãos dela encontraram o botão da calça dele, e ela habilmente abriu o zíper, a mão deslizando para dentro para agarrar seu pau duro. Ele gemeu na boca dela, seus quadris se movendo para frente reflexivamente.
Interrompendo o beijo, ela caiu de joelhos, seus olhos nunca deixando os dele. A respiração de Renato ficou presa quando ela se inclinou, seu hálito quente passando por sua ereção. Ele observou, seu coração disparado, enquanto ela colocava a cabeça em sua boca. Sua língua girou ao redor da ponta, provocando a pele sensível antes que ela o levasse mais fundo, seus olhos tremulando fechados de prazer.
Priscila podia sentir suas coxas tensas e sabia que o tinha exatamente onde o queria. Ela o levou até o fim, sua garganta apertada em torno de seu eixo, e então se afastou com um estalo molhado. Os olhos de Renato reviraram em sua cabeça, e ele soltou um gemido baixo. Ele nunca tinha sentido nada parecido antes. A maneira como ela assumiu o controle, sua boca trabalhando nele com tanta perícia — era como se ela tivesse nascido para fazer isso.
A mão de Priscila bombeava no ritmo de sua boca, sua saliva deixando seu pau escorregadio e molhado. Ela podia sentir sua excitação, o sabor salgado de seu pré-sêmen a deixando mais faminta por mais. Ela sabia que tinha que ter cuidado, não queria forçá-lo muito rápido demais. Mas o desejo de fazê-lo gozar era avassalador.
De repente, a mão de Renato se enroscou em seu cabelo, puxando-a gentilmente para trás. Ela olhou para ele, os olhos vidrados de luxúria, e observou enquanto ele dava um passo para trás. Ele estava respirando pesadamente, seu peito subindo e descendo com cada respiração irregular. “Priscila”, ele gemeu, sua voz tensa. “Não podemos fazer isso aqui.”
Mas Priscila estava longe demais para se importar com o onde e o porquê. Ela se levantou, seu peito arfando, e pegou a mão dele. “Venha comigo”, ela sussurrou, seus olhos brilhando de desejo. “Nós encontraremos um lugar mais… privado.”
Renato se deixou levar, seu corpo respondendo ao toque dela como se tivesse mente própria. Eles entraram em uma sala de conferências vazia, a porta se fechando atrás deles. As cortinas pesadas estavam fechadas, lançando uma luz suave e sensual na sala. A grande mesa de mogno apareceu diante deles, e Priscila o empurrou em direção a ela, suas mãos já trabalhando nos botões de sua camisa.
O som de tecido rasgando encheu o ar enquanto ela o rasgava, revelando seu abdômen tenso e o rastro de pelos que desciam até sua ereção. Ela o empurrou para a mesa, sua própria blusa e sutiã descartados no chão. Priscila montou nele, sua umidade cobrindo suas coxas enquanto ela deslizava para mais perto. Seus seios saltavam a cada movimento, e Renato não conseguia evitar estender a mão para segurá-los, seus polegares roçando os picos sensíveis.
Seus olhos nunca deixaram os dele enquanto ela alcançava seu cinto, suas mãos tremendo de antecipação. Ela o puxou para fora, o couro deslizando pelos passadores com um chiado. O zíper de suas calças seguiu, revelando todo o comprimento de sua excitação. Os olhos de Priscila se arregalaram de excitação, e ela se inclinou para beijar a ponta, sua língua se movendo para prová-lo.
Os quadris de Renato empinaram, seu pênis se contraiu em resposta. Ele não conseguia acreditar que estava fazendo isso, traindo Lúcia dessa forma, mas o calor entre eles era intenso demais para ignorar. Ele observou a mão de Priscila envolvê-lo, seu polegar espalhando o pré-sêmen que havia se acumulado na ponta. Ela olhou para ele, seus olhos escuros de luxúria, e ele sabia que iria fodê-la aqui e agora.
Com um rosnado, ele a alcançou, puxando-a para mais perto, suas mãos encontrando o cós de suas leggings. Ele as deslizou para baixo, expondo sua calcinha de renda vermelha, da mesma cor de seus dedos dos pés. Priscila se livrou delas, deixando-as acumuladas em torno de seus tornozelos. Renato a viu, nua e pronta para ele. Ele sentiu uma onda de poder, sabendo que ela estava esperando por esse momento tanto quanto ele.
Ele se recostou na mesa, seu pau alto e orgulhoso entre eles. Priscila pairou acima dele, sua boceta brilhando de necessidade. Ela se abaixou e o guiou até sua entrada, a cabeça de seu pau cutucando contra ela. Ele observou enquanto ela respirava fundo, seus olhos se fechando por um breve momento antes de afundar nele.
A sensação dela era diferente de tudo que Renato já havia experimentado. Sua boceta era apertada e quente, uma bainha perfeita para seu pau. Ele gemeu quando ela o levou até o fim, suas paredes se apertando ao redor dele. Os olhos de Priscila se abriram de repente, e ela olhou para ele com uma determinação feroz. Ela começou a cavalgá-lo, seus quadris se movendo em um ritmo que era lento e tentador, seus seios saltando a cada estocada.
A mesa rangeu sob eles, um testamento de sua paixão. As mãos de Renato agarraram seus quadris, guiando-a, incitando-a a ir mais rápido. Os gemidos de Priscila encheram a sala, cada som ecoando em seus ouvidos como o chamado de uma sereia. Ele observou enquanto ela jogava a cabeça para trás, seu cabelo caindo em cascata pelas costas como uma cachoeira de desejo.
Os movimentos de Priscila ficaram erráticos, sua respiração saindo em suspiros agudos. Ela estava perto, e ele podia sentir isso. Sua boceta apertou ao redor dele, os músculos se contraindo e relaxando em uma dança deliciosa que enviou ondas de prazer por seu corpo.
Renato sentou-se, envolvendo seus braços em volta da cintura dela, puxando-a para mais perto enquanto assumia o ritmo. Seus quadris encontraram os dela, cada impulso a empurrando para mais perto do limite. A visão dela cavalgando nele, seu corpo perdido em paixão, era inebriante. Ele se inclinou para capturar um mamilo entre os dentes, mordendo suavemente antes de acalmar a picada com a língua. O gemido de Priscila ficou mais alto, ela arqueou as costas e cravou as unhas nos ombros dele.
A sala de conferências era seu santuário secreto, a única testemunha de sua paixão ilícita. O cheiro de sexo enchia o ar, uma mistura inebriante de suor e desejo. Os movimentos de Priscila ficaram mais frenéticos, seus quadris balançando contra ele, sua boceta apertando em volta de seu pau como um torno. Renato sentiu seu próprio orgasmo crescendo, suas bolas apertando a cada estocada. Ele estendeu a mão para agarrar seus seios novamente, massageando-os enquanto chupava seu pescoço, deixando um rastro de mordidas de amor ao longo de sua clavícula. A respiração de Priscila engatou, seus olhos revirando em sua cabeça enquanto o prazer a consumia. “Foda-me mais forte”, ela implorou, sua voz um rosnado baixo. “Eu quero sentir você bem dentro de mim.”
Os quadris de Renato se moveram para cima, penetrando nela com uma ferocidade que combinava com a dela. O som de suas peles batendo juntas era uma sinfonia de luxúria, ecoando pela sala vazia. Os gemidos de Priscila ficaram mais desesperados, seu corpo apertando em volta dele. Ela podia sentir a pressão aumentando, seu orgasmo se aproximando como um trem de carga, imparável e avassalador.
Os olhos dela se fixaram nos dele, a intensidade da conexão deles era um fio elétrico entre eles. Os olhos de Renato estavam escuros de desejo, seu rosto uma máscara de prazer e necessidade. Suas mãos se moveram para a bunda dela, seus dedos cravando em sua carne enquanto ele a puxava para baixo, cada estocada mais forte e profunda que a anterior. O atrito era requintado, enviando faíscas de prazer por seu corpo.
Priscila sentiu seu clímax se aproximando, a espiral em sua barriga apertando a cada estocada. Ela jogou a cabeça para trás, seu cabelo roçando nas costas da cadeira, e soltou um grito que foi abafado pela boca dele enquanto ele a reivindicava em um beijo contundente. Sua língua dançava com a dela, saboreando a doçura de sua boca enquanto seus corpos se moviam em perfeita harmonia.
Seu orgasmo a atingiu como uma onda, quebrando sobre ela, fazendo todo o seu corpo convulsionar. O nome de Renato era um canto em seus lábios enquanto ela cavalgava a crista do prazer, sua boceta espasmando ao redor de seu pau. Ele podia senti-la apertando-se em volta dele, suas paredes o apertando, e isso o empurrou para o limite. Com um rugido, ele gozou dentro dela, seus quadris balançando enquanto ele a enchia com seu esperma.
Eles permaneceram presos juntos pelo que pareceu uma eternidade, suas respirações se misturando enquanto ambos desciam das alturas da paixão. O corpo de Priscila estava mole, suas pernas tremendo com os tremores secundários de seu clímax. O peito de Renato arfava a cada expiração, seu coração batendo forte em seus ouvidos.
Lentamente, a realidade do que eles tinham feito começou a afundar. A sala estava cheia do cheiro de seu suor e excitação, um lembrete gritante de sua traição. Priscila encostou sua testa na dele, seus olhos fechados com força, saboreando o momento antes que a culpa se instalasse.
Mas por enquanto, ela se deleitava com a sensação dele ainda dentro dela, seus corações batendo em sincronia. Ela não sabia o que aconteceria a seguir, mas sabia que tinha vencido esta batalha. Renato sucumbiu à sua teia sedutora, e ela sentiu uma sensação distorcida de vitória.
A respiração deles diminuiu, o único som na sala era o rangido ocasional da cadeira e suas calças misturadas. Priscila se recostou, permitindo que seu pau deslizasse para fora dela com um som molhado que os fez tremer. Ela olhou para baixo, observando o esperma escorrer de sua boceta, uma mancha vermelha se espalhando no tecido da cadeira da conferência.
Renato a ajudou a se levantar, suas mãos tremendo levemente. Ambos sabiam que o que tinham feito era errado, mas o desejo entre eles era intenso demais para ignorar. Priscila pegou um lenço de papel de uma caixa na mesa, limpando-se antes de vestir sua blusa novamente.
O silêncio era ensurdecedor enquanto ambos tentavam se recompor. O peito de Priscila ainda estava arfando, seus mamilos cutucando o tecido de sua blusa. Renato fechou o zíper de suas calças, seus olhos evitando os dela. A culpa era palpável, um peso pesado que se acomodou em seus ombros como um cobertor molhado.
“Não deveríamos ter feito isso”, ele murmurou, sua voz um sussurro rouco.
Priscila olhou para ele, seus olhos brilhando com uma mistura de satisfação e desafio. “Mas fizemos”, ela respondeu, sua voz baixa e sedutora. “E foi tão bom, não foi?”
Renato não podia argumentar contra isso. A intensidade do encontro deles tinha sido diferente de tudo que ele já tinha experimentado antes. Ele assentiu, seu olhar demorando-se em seus lábios inchados, o gosto dela ainda em sua língua. “Foi”, ele admitiu. “Mas e Lúcia?”
Priscila deu de ombros, seu sorriso não alcançando seus olhos. “E ela?” ela rebateu. “Nós não estamos em um relacionamento. Nós somos apenas… amigos de foda. Certo?”
As palavras doeram, mas Renato não podia argumentar. Ele tinha se deixado levar para essa situação, apesar de seus sentimentos por Lúcia. O pensamento dela descobrir fez seu estômago revirar, mas o poder que Priscila tinha sobre ele era inegável. “Eu acho”, ele murmurou, sua voz cheia de dúvida.
Priscila se aproximou, estendendo a mão para traçar o queixo dele. “Não se preocupe com Lúcia”, ela sussurrou, sua respiração quente contra o ouvido dele. “Isso é entre nós agora.” Seus olhos procuraram os dele, procurando por qualquer sinal de desacordo, mas tudo o que ela encontrou foi uma tempestade de emoções conflitantes. O maxilar de Renato se apertou e, por um momento, ela pensou que tinha ido longe demais. Mas então ele se inclinou, capturando sua boca em um beijo profundo e faminto, sua língua reivindicando a dela. Ela sabia muito bem que aquela não seria a única e nem a última vez que fariam aquilo…